Medicina Preventiva

Clínica Veterinária do Lis

A medicina preventiva ou profiláctica consiste na realização de qualquer acto médico que tenha como objectivo a prevenção de doenças e a melhor qualidade de vida do animal.

As medidas profiláticas mais comuns são:

• Vacinação

A vacinação é o acto de inocular nos animais, estados não activos de agentes patogénicos capazes de produzir anticorpos, que são os primeiros marcos contra as doenças. Por isso a vacinação regular dos animais veio diminuir bastante a sua mortalidade.

Todo o acto vacinal é sempre precedido de uma consulta com exame físico do animal de modo a garantirmos que o animal está saudável e que ao receber a vacinação, esta tenha o efeito de defesa desejado.

Existem as vacinas gerais e as vacinas direccionadas. As gerais são contra doenças infecciosas que estão disseminadas por todo o país e que são de transmissão muito fácil sendo algumas até mortais. Exemplos dessas doenças são a Parvovirose, Esgana, Raiva, Panleucopénia, etc.
As vacinas direccionadas são mais específicas para animais que estejam em zonas de maior risco de contaminação como é o caso da Tosse Canil e Leucemia.

Aconselha-se a vacinação dos cachorros a partir das 6 semanas de idade e dos gatinhos a partir das 8.

• Desparasitação

Parasitas são organismos que vivem em associação com outros seres, aos quais retiram os meios para a sua sobrevivência, normalmente prejudicando o organismo hospedeiro. Este processo designa-se por parasitismo.

Existem vários tipos de parasitas. Por norma, dividimos os parasitas em parasitas internos e parasitas externos. Os internos, são os parasitas intestinas como é o caso das ténias e das lombrigas e os parasitas sanguíneos, como é o caso da leishmania e dirofilária. Os parasitas externos mais comuns são as pulgas e as carraças.

A desparasitação é o acto de eliminar os parasitas do animal. Aconselha-se a desparasitação interna e externa regular dos cães e gatos.

• Identificação Electrónica

A identificação electrónica dos animais é efectuada através da aplicação de um Microchip que é um dispositivo de dimensões semelhantes a um bago de arroz.

A colocação é, pela legislação portuguesa, efectuada no lado esquerdo do pescoço do animal e é um processo relativamente indolor.

A cada animal identificado electronicamente corresponde unicamente um número de microchip.

É obrigatório a colocação de microchip a todos os cães considerados perigosos (independentemente da raça), cães de raça considerada perigosa (como é o caso dos rottweillers ou pitt bull), cães de caça, cães de exposição, cães em locais de venda e todos os cães nascidos a partir de 1 de Julho de 2008.


 
design binário